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segunda-feira, 16 de maio de 2016

São Paulo - A Máquina de Vendas fechou entre 100 e 130 lojas nos últimos dois meses, cerca de 10% de toda a sua base. Os locais eram alugados e os contratos foram encerrados, de acordo com o jornal Valor Econômico.
Segundo o veículo, cerca de 40% dos fechamentos foram de lojas Eletro Shopping, marca forte no Nordeste, e de unidades que que tinham performance abaixo do esperado.
A medida faz parte de uma reestruturação da Máquina de Vendas, o terceiro maior grupo de varejo eletroeletrônico do país, e que inclui a unificação das suas marcas.
No início do ano, Enéas Pestana deixou a presidência do grupo para ocupar um posto do conselho consultivo da empresa, cinco meses depois de ter assumido a liderança. Em seu lugar, entrou um dos principais acionistas e fundador da Ricardo Eletro, Ricardo Nunes. 
Em entrevista a EXAME.com na época de sua saída, Pestana afirmou que seu plano sempre havia sido implementar mudanças profundas na gestão da companhia e, depois, deixar o cargo para outro executivo executar o plano.
Apenas um mês depois, o blog Primeiro Lugar da EXAME divulgou que a empresa irá tornar a Ricardo Eletro sua única bandeira, com a extinção das redes Insinuante, City Lar Eletro Shopping e Salfer.
Procurada, a empresa afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não iria comentar o caso.
Você passa muitas horas sentado na cadeira do escritório? Não tem tempo para fazer exercícios físicos? Tem uma rotina carregada de estresse? Essa pode ser a receita para diversos problemas de saúde, como o excesso de peso.
O alerta aparece embasado por números em nova pesquisa feita pelo site CareerBuilder sobre a relação entre obesidade e trabalho.
Segundo o levantamento, que ouviu mais de 3 mil profissionais norte-americanos, 55% estão fora de forma e 44% afirmam ter engordado durante seu emprego atual. Apenas 17% dizem ter emagrecido.
Profissionais do sexo feminino são as mais afetadas: 49% delas dizem que ganharam peso no trabalho, em comparação a 39% dos homens.
No caso delas, a tendência tem um efeito perverso sobre a remuneração. Um estudo da Vanderbuilt University com quase 20 mil pessoas revelou que mulheres obesas ganham menos do que as magras — e também menos do que homens obesos.
Algumas áreas de atuação também parecem tornar as pessoas mais suscetíveis ao ganho de peso. Veja a seguir as 7 carreiras que mais engordam, segundo o estudo:
Área% de profissionais que ganharam peso no emprego atual
Transporte49%
Saúde48%
Serviços financeiros46%
Vendas46%
Varejo40%
Manufatura39%
Tecnologia da informação38%
O nível hierárquico também parece ter alguma influência sobre os valores da balança: 49% dos profissionais em cargos de gestão dizem ter ganhado peso no emprego atual, contra 43% daqueles que estão em posições operacionais.
Por que o trabalho engorda?
A pesquisa sugere uma forte correlação entre ganho de peso e sobrecarga emocional no trabalho.
Enquanto 41% dos profissionais com nível muito baixo de estresse são obesos, 77% daqueles com nível muito alto têm problemas com a balança. Veja a seguir uma tabela comparativa das duas variáveis:
Nível de estresseMuito baixoBaixoNeutroAltoMuito alto
Incidência de obesidade41%52%53%60%77%
Hábitos alimentares durante o expediente também têm sua influência. Dos profissionais que engordaram no último emprego, 78% costumam “beliscar” ao longo do dia de trabalho. Por outro lado, 68% que têm o mesmo hábito emagreceram.
A prática de exercícios físicos é outra diferença importante entre os dois grupos. Entre aqueles que perderam peso, 54% se exercitam três ou mais vezes por semana, ao passo que apenas 36% daqueles que ganharam alguns quilos têm a mesma rotina.
A maioria dos empregadores ainda está longe de ajudar a reverter essa situação: apenas um em cada quatro profissionais conta com benefícios como academia no prédio da empresa ou ações de promoção de saúde e bem-estar para funcionários. Porém, 55% dos profissionais que contam com esse tipo de benefício não aproveitam os programas oferecidos pela empresa.
A razão é simples na opinião de Rosemary Haefner, chefe de recursos humanos do CareerBuilder. “As pessoas estão cada vez mais conscientes sobre a necessidade de cuidar da própria saúde", diz ela. "Porém, por causa do estresse, das longas horas de trabalho e do excesso de tarefas simultâneas, fica difícil encontrar tempo para cuidar do próprio bem-estar”.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Como se manter motivado em um ano de crise

Explore o talento
 
O profissional precisa refletir sobre seus pontos fortes e sobre como pode contribuir para ajudar a empresa a passar por um período delicado.
 
Você será lembrado por aquilo que fizer bem. “Em momentos de crise, pessoas escondidas nos bastidores têm a chance de mostrar que são úteis”.
 
É hora de criar coragem e mostrar sua capacidade. Só tome cuidado para não agir como um salvador da pátria e propor algo que você não conseguirá fazer.
 
Busque a sabedoria
 
Não será a primeira vez que o Brasil passará por um período difícil. Muito pelo contrário. Cole nos profissionais experientes e aprenda com eles as estratégias, os argumentos e os truques que funcionam em fases de baixo crescimento.
 
Aliás, num mundo que está saindo de uma crise internacional, há casos de superação em toda parte. Vale pesquisar histórias de quem superou alguma crise. Converse e aprenda.
 
Se o dia a dia está pesado e os problemas não param de surgir, mantenha a motivação pensando no futuro. A crise vai passar uma hora. Pense nas boas coisas que poderão ocorrer, seja no trabalho ­atual, seja na vida pessoal, seja numa eventual mudança de rumo que está começando a ser planejada. 
 
Tudo isso sem perder o foco no presente, claro, pois o trabalho precisa ser entregue. “Uma hora a crise passa, e ter algo importante em vista é uma ótima maneira de deixar de lado as agruras do dia a dia”, diz Irene Azevedo, diretora de negócios da LHH|DBM, de São Paulo. 
 
Mantenha  a calma 
 
Em momentos de crise, a pressão aumenta e os ânimos se exaltam. A ameaça de demissão e as deslealdades de colegas aparecem com maior frequência. Tente controlar a ansiedade.
 
Na hora do nervosismo, o cérebro não funciona direito, o que piora a qualidade das decisões tomadas. “Uma situação estressante faz as pessoas agir com emoção”, afirma Camila Pires, diretora da Rede Indigo, empresa de desenvolvimento humano, do Rio de Janeiro. “Precisamos analisar as situações com base em fatos, e não em suposições e percepções.” 
 
Resista ao baixo-astral
 
Sim, haverá momentos de desânimo em várias ocasiões neste ano. Mas evite que os pensamentos negativos fiquem o tempo todo em sua cabeça. “Não é para exagerar no otimismo e se tornar uma pessoa alienada. 
 
Só que não adianta mergulhar nas possibilidades negativas desconsiderando seu trabalho e seu potencial. “Encontre o gatilho que desencadeia o pessimismo e busque apoio, interno e externo, para lidar com a situação”.
 
Jogue com lealdade
 
Em tempos de apreensão e insegurança, é natural que a competitividade aumente — todo mundo quer mostrar que é indispensável. Mas uma rivalidade excessiva com os colegas piora o clima, que já está ruim.
 
Seja realista, faça um bom trabalho, mas cuide para não deixar o medo de perder o emprego transformá-lo em uma pessoa ruim. “Faça uma gestão pela esperança, não pelo medo, e não espere que seu chefe seja o fio condutor disso, pratique no dia a dia”.
 
As empresas têm valorizado pes­soas que, independentemente do cargo que ocupam ou do crachá, conseguem unir as equipes e proporcionar um clima agradável — principalmente em épocas difíceis de crise. 
 
Olhe para os lados 
 
Muita gente tende a tomar os próprios sentimentos como referência. Trata-se de uma má leitura do ambiente, principalmente quando o profissional se impressiona excessivamente com o cenário negativo.
 
É preciso tirar o viés pessoal das análises racionais. Faça um esforço para enxergar, de fato, o que ocorre na empresa e no mercado. Isso amplia as possibilidades e suas referências.
 
Se seu chefe está pessimista, busque inspiração em pessoas que pareçam acreditar mais que as coisas poderão dar certo. Pode ser um colega, um cliente ou, em muitos casos, o presidente da empresa. 
 
Evite comentários negativos
 
O cenário é difícil, mas ficar o tempo todo dizendo que vai dar tudo errado, além de ser chato, contamina o ambiente e amplifica o pessimismo, que só vai prejudicar ainda mais a produtividade. “Diante de um problema, as pessoas só pensam no sofrimento, e nada é criado”. 
 
Viva um dia de cada vez e pense no que pode ser feito para que as coisas melhorem — não o contrário. Bom senso é fundamental quando se trabalha em equipe. 
 
Cuide da saúde
 
O momento atual exige esforço e dedicação, mas sem deixar a vida pessoal de lado. Por mais estressantes que os dias de trabalho estejam, não descuide de sua saúde e de sua vida afetiva.
 
A falta de sono, o estresse e o sedentarismo diminuem a produtividade e aumentam a incidência de doenças. E não dá para ficar com a disposição em baixa quando a empresa mais precisa que você trabalhe no auge de sua capacidade. 
 
Seja mais produtivo 
 
Períodos de instabilidade exigem produtividade alta. É hora, então, de analisar os problemas que prejudicam sua eficiência e fazer ajustes para solucioná-los. “É preciso entregar mais, e não ficar se justificando porque não fez”.
 
Quem se destaca são os que mostram capacidade de fazer mais. Entregar bons resultados é a melhor estratégia para ter visibilidade — e fugir da demissão. Tente se planejar e fazer uma gestão de risco sobre suas entregas. “Não deixe o mais difícil para o final.”
 
Improvise
 
Em períodos de instabilidade, o trabalho e as demandas mudam muito. Por isso, é preciso ser flexível no modo de agir e acreditar que o que ficou para trás ficou. “Vale a lei de que não são os mais inteligentes que sobrevivem, mas os que se adaptam melhor”.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Segmento Gestão

As questões referentes à organização da produção, planejamento e controle das atividades e verificação do desempenho dos processos fazem parte da atividade de gestão das empresas. Os profissionais que pretendem atuar nos processos produtivos das empresas precisam desenvolver competências específicas para o exercício da função. Mas há também um conjunto de profissionais responsáveis especificamente por acompanhar e intervir nestes processos (a denominada gestão ou supervisão técnica), de forma a garantir o atendimento aos parâmetros estabelecidos.

Esse monitoramento pode se dar tanto na atividade operacional das empresas, como naquelas que fornecem suporte às operações - por exemplo, finanças, marketing e administração.

Para o exercício destas funções de acompanhamento e monitoramento dos processos, é necessário aliar conhecimentos de gestão com formação e ter considerável experiência na área específica de atuação. Nesse sentido, o caminho para a formação adequada passa por programas que enfatizem as competências relativas à gestão de processos técnicos.

Numa perspectiva de educação continuada, a formação deve passar pelo aperfeiçoamento profissional em programas de menor duração, com vistas à utilização das ferramentas técnicas e gerenciais: gestão de projetos, gestão financeira e de custos, gestão de pessoas, liderança, entre outros.

Como é o mercado deste segmento no Rio?
Gestão: salário médio na Capital pode chegar a R$ 3,04 mil.

A Capital do estado do Rio emprega 411.118 trabalhadores. A região Leste é a segunda maior empregadora, com 63.167 postos de trabalho, seguida da Baixada II (Duque de Caxias) com 36.226. Em todo o estado há 599.546 empregados no setor, com salário médio de R$ 1.787,12.

A Capital é a região que apresenta a melhor remuneração no setor de Gestão, com salário médio de R$ 2.030,08. A região Norte registra os melhores salários pagos aos trabalhadores com formação de Ensino Médio completo (em média, R$ 1.491,80), porém é a Capital do estado do Rio que registra os melhores salários pagos aos trabalhadores com escolaridade mais alta (em média, R$ 3.044,03).

O MERCADO

Principal região empregadora - Capital 411.118
Região com maior participação no setor - Capital 68,57%
Região com a maior média salarial - Capital R$ 2.030,08

Obs.: Esse segmento é classificado como ocupação transversal.

Fonte: Elaboração Sistema FIRJAN com dados do Ministério do Trabalho e Emprego, referentes ao ano de 2010.

domingo, 19 de janeiro de 2014

O que Significa Realmente a Motivação?

O que Significa Realmente a Motivação? 
Quem é responsável pela motivação das pessoas dentro de um ambiente organizacional? Deve ser a própria pessoa que deve se auto-abastecer de motivação pessoal ou a motivação é uma função gerencial?
sugere a segunda colocação. Argumenta que a motivação está contida dentro das próprias pessoas e pode ser amplamente influenciada por fontes externas ao indivíduo ou pelo seu próprio trabalho na empresa.
O gerente deve saber como extrair do ambiente de trabalho as condições externas para elevar a satisfação
profissional.
Lendo Stephen P. Robbins, fica evidente a função do gerente de motivar o empregado. Isto fica evidenciado na colocação em que os empregados tem necessidades diferentes e portanto, não devem ser tratados da mesma forma. Devem ser estabelecidas metas e dados os respectivos feedback sobre seu progresso. Os empregados devem participar de decisões que os afetem, com o objetivo de motivá-los a aumentar a produtividade, o compromisso de trabalhar metas, a motivação e a satisfação do empregado no trabalho.
É importante também vincular recompensas a desempenho, pois se os indivíduos perceberem essa relação
como baixa, os resultados serão: baixo desempenho, diminuição na satisfação no trabalho e aumento nas
estatísticas de rotatividade e absenteísmo.
O terreno da motivação é ainda muito nebuloso. Apesar da enorme quantidade de pesquisas sobre a motivação não existe ainda conclusões cientificamente corretas sobre o assunto.
As empresas querem funcionários motivados, mas não sabem como motivá-los.
De um lado, porque ainda não se sabe distinguir entre o que é causa e o que é efeito no comportamento
motivado. E também não se descobriu se o comportamento é causado por fatores intrínsecos ou extrínsecos ao indivíduo ou ao grupo. As diferenças entre as pessoas dificultam enormemente a definição de parâmetros
universais que as empresas possam utilizar para motivar as pessoas em igualdade de condições. Há sempre um componente subjetivo na motivação que provoca uma enorme complicação. A motivação funciona como um dinamizador, um impulsionador do comportamento humano.
Muitos gerentes rotulam como preguiçosos empregados que parecem não ter motivação.
Segundo Stephen P. Robbins (1998) isto não é verdade. "A motivação é o resultado da interação entre o
indivíduo e a situação." (Robbins, 1998:109-121) Conclui que para formar o conceito de motivação, devemos ter em mente que o nível de motivação varia tanto entre indivíduos quanto para indivíduos em tempos diferentes. Assim, motivação é definida como a vontade de empregar altos níveis de esforço em direção a metas organizacionais, condicionada pela capacidade do esforço de satisfazer alguma necessidade do indivíduo.
A motivação existe dentro das pessoas e se dinamiza através das necessidades humanas. Todas as pessoas
têm suas necessidades próprias, que podem ser chamadas de desejos, aspirações, objetivos individuais ou
motivos. Certas necessidades são basicamente semelhantes quanto à maneira pela qual fazem as pessoas organizarem seu comportamento para obter satisfação.



domingo, 7 de outubro de 2012

Agências 6.575 Vagas em vários Cargos

Agências 6.575 Vagas em vários Cargos
Agências de Empregos no Rio de Janeiro oferecem 6575 vagas em diversos cargos e salários veja a listagem de agências abaixo:


Agência Brasil 450 vagas
Rua Alcindo Guanabara, 25, 3º andar, Cinelândia, Centro RJ
Agência Guanabara 38 vagas
Av. Presidente Vargas, 590 Sala 818 Centro RJ
Agência Atus 1.090 Vagas
Rua dos Andradas, 96, 3º andar Centro RJ
Agência Boa Gente 638 vagas
Av. das Américas , 3959 lj 210 Mapendi Shopping, Barra da Tijuca RJ
Agência Cristal Rio 155 vagas
Rua Senador Dantas, 80 sala 201 centro RJ
Agência Dinâmica 2.143 vagas
Av. Dom Helder Câmara, 7.797 sala 201 Abolição RJ
Agência Ello Seleção 459 vagas
Av. Treze de Maio, 33 Sala 1009 Centro RJ
Agência Grupo Let 484 vagas
Av. Rio Branco, 120 6º andar sala 14 Centro RJ
Agência Job Finders 125 vagas
Praça Floriano, 55 sala 403 Centro RJ
Agência Confiança 647 vagas
Enviar currículo para (curriculum@confiancarh.com.br)
Agência Loupe 20 vagas
Enviar currículo para (Juliana.casado@loupe.com.br)
Agência Staff
Enviar currículo para (staffrhumanos@yahoo.com.br)

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Aspectos importantes sobre liderança e estratégia

Um dos papeis essenciais do líder de um negócio é mobilizar e canalizar um grupo para objetivos comuns, convergindo esforços para um fim compartilhado


O tema estratégia não é uma novidade na área empresarial. Surgida na área militar, derivada do grego strategor, general, estratégia inicialmente significava a “arte do general” ou o conjunto de manobras de que o líder de um exército lançava mão para derrotar seu inimigo. Na década de 60, a palavra foi importada pela área de gestão, para significar as “manobras” que as organizações devem executar para vencer no mercado.

Pela própria origem, a estratégia revela sua proximidade com o tema liderança. De fato, nenhuma estratégia dispensa liderança: sem líderes adequados estratégias estão condenadas ao fracasso.

E qual o papel da liderança para fazer as estratégias acontecerem? Abaixo, enumeramos quatro pontos que sugerem a interação entre liderança e estratégia:

- Inspirar

A estratégia deve ser inspiradora, e a liderança cumpre um papel essencial neste sentido. A estratégia deve alcançar o comprometimento das pessoas, e este só será possível se elas de fato acreditarem na estratégia. É por isso que muitas metodologias de definição de estratégias iniciam com afirmações de missão e visão, que visam lançar propósitos inspiradores. Entretanto, uma simples sentença não é suficiente para obter engajamento das pessoas. É importante uma liderança que a assuma e defenda. E isso nos leva ao item seguinte.

- Liderar pelo exemplo

O líder deve ser um exemplo vivo da estratégia. O Comandante Rolim, fundador da TAM, ilustra bem este papel. Desde seu princípio, a TAM buscou como estratégia diferenciar seu atendimento, pautado no que ele chamava de “espírito de servir”. E demonstrava isso em sua vida. Por exemplo, ao entrar numa aeronave, era o último a escolher o lugar, pegava o que sobrava, e só recebia o serviço de bordo depois que todos os demais passageiros fossem servidos.

- Trazer visão abrangente/ holística

Em meados de 2001, um presidente de uma empresa que revende grupos geradores a óleo, analisando curvas de oferta e demanda de energia elétrica, tomou uma decisão: realizar uma grande importação de grupos geradores para vender no mercado interno. Seis meses depois os geradores chegaram ao país, exatamente quando eclodiu o “apagão” de energia. Vendeu geradores como nunca e seus concorrentes, que fizeram encomendas nesta época, só receberam seus geradores quando a crise já havia passado e os clientes já haviam realizado suas compras. É este o significado de visão abrangente e holística.

- Articular

Um papel essencial à liderança é mobilizar e canalizar um grupo para objetivos comuns. Líderes são catalizadores, fazendo convergir esforços para um fim compartilhado. Peter Senge, autor da área de aprendizado organizacional, ressalta que “a liderança está na comunidade, nunca em indivíduos”. Uma grande transformação organizacional não é resultado do trabalho de um indivíduo sozinho, por mais brilhante que seja. Sempre haverá muitas pessoas que abraçam a causa e, cada uma a seu modo e em seu momento, dão sua contribuição.

A IBM é famosa por sua mudança na década de 90, quando se transformou de uma fabricante de computadores (IBM - Industrial Business Machine, máquinas de negócios industriais) para uma fornecedora de soluções. Em vez de fabricar e vender computadores, disputando mercado com produtores de baixo custo e até informais, a empresa focalizou a consultoria em sistemas, com margens muito mais interessantes. Pois bem, o movimento, ainda que inspirado por Louis Gestner, presidente à época, só se viabilizou porque milhares de pessoas aderiram à estratégia, capacitando-se, preparando outras pessoas, aportando ideias e desbravando novos mercados. O mito do líder onipotente pode ser bastante destrutivo para uma organização, dado que gera dependência. Diante de tal liderança, a postura mais comum é a acomodação: “deixa que nosso líder já nos dirá o que fazer”.

Estes quatros pontos não esgotam a importância de líderes para fazer uma estratégia acontecer, mas sem eles estratégias sequer nascem.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

O Conceito de Ética

O Conceito de Ética

O que ética? O que é moral? O que ela estuda? Estas são perguntas rotineiras, feita por muitos, e de suma importância para as relações humanas. Todo dia ouvimos falar de ética e falta de ética, mas o que isso significa afinal?
A ética faz parte de uma das três grandes áreas da filosofia, mais especificamente , é o estudo da ação – práxis. Ao lado do estudo sobre o “conhecimento” – como a ciência, ou a lógica – e do estudo sobre o “valor” – seja ele artístico, moral, ou científico – o estudo sobre a ação engloba a totalidade do saber e da cultura humana. Está presente no nosso cotidiano o tempo todo, seja nas decisões familiares, políticas, ou no trabalho por exemplo.
A palavra ética tem origem no termo grego ethos, que significava “bom costume”, “costume superior”, ou “portador de caráter”. Impulsionado pelo crescimento da filosofia fora da antiga Grécia o conceito de ethos se proliferou pelas diversas civilizações que mantiveram contato com sua cultura. A contribuição mais relevante se deu com os filósofos latinos. Em Roma o termo grego foi traduzido como “mor-morus” que também significava “costume mor” ou “costume superior”. É dessa tradução latina que surge a palavra “moral” em português.
No decorrer da história do pensamento a ética se tornou cada vez mais um assunto rico, complexo e abrangente. Com a expansão da filosofia, e em especial o pensamento sobre a ação, foi preciso distinguir os termos ética e moral. No século XX o filósofo espanhol Adolfo Sánches Vásquez cria uma famosa diferenciação entre os dois conceitos. Para ele o termo moral se refere a uma reflexão que a pessoa faz de sua própria ação. Já o termo ética abrange o estudo dos discursos morais, bem como os critérios de escolha para valorar e padronizar as condutas numa família, empresa ou sociedade.
 

domingo, 27 de novembro de 2011

SEJA SAUDÁVEL! FAÇA CAMINHADA.

SUA OPINIÃO SOBRE O BLOGGER?